A falta de entendimento sobre a recomposição de receitas pode levar estados e municípios a uma crise sem precedentes e afundar a economia nacional em 2014, avalia senador
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| Walter Pinheiro |
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| Walter Pinheiro |
A agenda de trabalho está lotada e, mesmo assim, você sente que não avança na carreira? Veja quais os indícios que você está ocupando seu tempo indevidamente
As horas dedicadas ao trabalho nunca foram tão extensas. A lista de tarefas, idem. Mas, mesmo assim, você sente que há muito tempo está estancado no mesmo lugar. Pior: em um ponto aquém do seu potencial.
Má administração do tempo e sobrecarga de trabalho podem ser algumas das explicações para isso – mas não as únicas.
Independente dos motivos, ter uma agenda repleta de afazeres não significa ascensão profissional na certa. Ao contrário. Confira os sinais de que você está apostando seu tempo nas fichas erradas e está longe de ser um profissional brilhante.
1 - Você não tem tempo para se atualizar
Qual foi a última vez que você participou de um treinamento oferecido pela empresa? E de um curso de curta ou longa duração? Ou está tão afundado nas tarefas cotidianas que não tem espaço na agenda para olhar para o que acontece para além da sua baia?
“Os novos modelos de crescimento passam pela constante atualização profissional”, afirma Tânia Casado, coordenadora do Programa de Vida e Carreira da Fundação Instituto de Administração (FIA) e professora da Universidade de São Paulo (USP). “Quem não aloca tempo para isso, está fadado a ficar estagnado”.
2 - Tudo é prioridade para você
A chave para fazer uma boa administração do tempo é aprender a definir quais tarefas são prioritárias, urgentes e importantes. No entanto, para a maior parte dos profissionais esta missão não é tão simples assim.
Atire a primeira pedra quem nunca se rendeu à tentação de encarar como urgente toda tarefa que lhe vem à mão. O problema deste hábito, afirmam os especialistas, é que você deixa pelo caminho uma série de tarefas sem conclusão. Pior: não faz com maestria aquilo que, de fato, requer mais atenção.
Muitas empresas tem foco no curto prazo. O profissional vive apagando incêndios e não pensa no futuro”, diz Fernando Serra, da HSM Educação.
3 - Você se atém muito aos detalhes – quando isso não é essencial
Quanto mais elevado seu posto na hierarquia, menor a responsabilidade em se ater aos detalhes, explica Gilberto Guimarães, professor do Institute of Performance and Leadership (IPL).
“O líder só entra no processo quando os detalhes já estão ‘mastigados’ e ele tem que tomar a decisão”, afirma. Quem não segue este fato, perde tempo com o que não precisa.
4 - Você nunca está disponível
“As pessoas sempre estão esperando você para falar”, descreve Guimarães. O problema da fila de e-mails, mensagens de voz ou até pessoas na sua porta é que isso pode representar menos eficiência para seu trabalho e para o da equipe como um todo. Afinal, as pessoas precisam sempre esperar por você para concluir a tarefa delas.
Como sair do ciclo
De acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com, o primeiro passo para se livrar da sina de nadar, nadar e nunca chegar à praia, ou em outras palavras, trabalhar muito e não fazer nada que contribua para seu crescimento na carreira é fazer um mergulho para dentro de si e ver onde estão os principais erros.
Provavelmente, uma das primeiras conclusões será a necessidade de fazer uma melhor administração do tempo. Definir prioridades e delegar tarefas são conceitos chave neste processo. Em alguns casos, vale também negociar uma carga de trabalho menor com seu chefe.
Mas isso não é tudo. É essencial também educar a si mesmo. E isso passa por querer enxergar para além da sua agenda e baia. Ter uma visão ampla dos negócios da empresa e do mercado em que ela está inserida é, segundo os especialistas, essencial para o crescimento na carreira.
Por isso, Tania sugere que o profissional faça uma análise de quais aspectos precisa desenvolver e parta para um plano de ação sobre como sanar estes estas deficiências. Voltar para a sala de aula deve estar em questão.
Fonte: Exame.com – Talita Abrantes
Aluzair Junior - Acadêmico de Ciências Contábeis – UEG/UnU Jaraguá
Uma boa notícia para Lula e o The New York Times
17 de julho de 2013, 11:31 - Escrito por marcelotas
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Efeitos do gás lacrimogêneo no corpo humano (Imagem: Getty Images)
E tem gente que defende o cara com unhas e dentes…
Lula escreveu um artigo no The New York Times para nos lembrar o quanto ele é legal. E aproveitou para fazer uma lista de críticas ao… “sistema político brasileiro”! Sim, depois de comandar de perto, pessoalmente, cada segundo dos 10 anos e meio do PT no poder, distribuindo cargos às custas de 39 ministérios e muito dinheiro público, abraçado a Maluf, Collor, Sarney e Renan, Lula agora está denunciando a lambança que alguém – não ele – fez com a frágil democracia brasileira.Cinismo, esquizofrenia ou falta de vergonha na cara? Você decide.Para o ex (ou atual?) presidente, os protestos não tem relação com a situação de penúria da educação, saúde, estradas, portos, obras do PAC… Nem com incompetência, corrupção ou o calote do ex (ou atual?) parceiro dele Eike Batista e a economia estagnada… Para Lula, as manifestações não podem ser lidas como uma crítica ao governo, ou aos governos. Segundo o cara, “as preocupações dos jovens não são apenas materiais mas querem mais cultura, lazer, transparência e instituições sem as distorções do sistema político”. Ah, então é isso?Para ajudar o “cumpanhero” com a sua tese de que tudo vai bem, exceto esses anseios juvenis, resolvi ir atrás de bons exemplos onde a economia aponta céu azul, longe do cenário cinzento que comentaristas mal-intencionados pintam o sorridente pais da Copa do Mundo e da visita do Papa Francisco.Há uma indústria brasileira em franca expansão, ao contrário do que dizem os incorrigíveis pessimistas do PIG: os fabricantes de gás lacrimogêneo. A brasileira Condor Tecnologias Não-Letais teve, recentemente, um aumento de 33% nas receitas. Antes do aquecimento do mercado nacional, a diretoria de marketing da Condor já havia comemorado um aumento médio de 90% nas vendas, com ampliação da sua atuação de 12 para 38 países, com os novos mercados na Ásia e África.Para você ter uma ideia da pujança dessa área da economia, Egito e Tunísia negociam empréstimos com o FMI para cobrir suas dividas com compras de equipamentos para controle de distúrbios. Desde 2010, o Oriente Médio e suas “primaveras”, viram aumentar o mercado de segurança em 18% (algo como R$ 17 bilhões em 2012).Os efeitos do gás lacrimogêneo incluem: sufocamento, sensação de queimadura, irritação nos olhos e vias respiratórias. Os efeitos psicológicos são desorientação e pânico. Só que, conforme números apresentados, devem fazer bem à Economia verde-amarela e ainda atender às tais “preocupações materiais” da juventude brasileira. Fica a dica para os marqueteiros que escrevem os artigos do ex (ou atual?) presidente Lula.