Dias Tóffoli assumiu a Presidência da Suprema Côrte em 13 de setembro.... mais coerente se fosse no dia 11 DE SETEMBRO.
Infelizmente, seu histórico de cooperação jurídica e de decisões em favor de causas não muito democráticas, em que os pareceres deveriam estar mais alinhados com o anseio da maioria do povo brasileiro, pode significar constrangimento ao Poder Judiciário (se é que isso é possível), por provocar uma insegurança jurídica quanto a sentenças já proferidas e homologadas pelo Supremo. Sentenças essas que podem ser revogadas, levando à soltura de inúmeros condenados, incluido o maior deles... O BARBA...
A possibilidade é real e não um devaneio de um BOLSONARISTA como eu. Basta conferir na mídia a extensa lista de beneficiados com Habeas Corpus emitidos pela segunda turma daquela Côrte, incluido aí, condenados em segunda instância e com penas múltiplas, por vários delitos, mas que continuam gozando de liberdade por infindáveis ações protelatórias que são abonadas pelos meritíssimos juízes. Nesse rol, consta inclusive um "COMPADRE" do Gilmar, juiz que julgou o pedido de liberdade da prisão temporária, dizendo-se não impedido de tal julgamento, pela afinidade, e posicionado-se favorável ao réu.
Pra piorar, e "por incrível que preça", 99% dos liberados são e estão, em algum nível de relacionamento, ligados ao PT. Seja por coligações partidárias, seja por meio doações ilícitas ou por ações administrativas espúrias, TODOS tem um elo forte com o Partido dos Trabalhadores (trabalhadores???). Aí também outro fato ridículo mas explícito: entre os envolvidos em crime contra a Administração e o Patrimônio Público, estão partidos que JURAM DE PÉS JUNTO fazerem oposição as esquerdas e as ideologias que contaminaram o caráter do cidadão de bem. O PSDB é o maior deles e decepção nacional, não maior que o Partido Traidor dos trabalhadores brasileiros, mas tão sujo quanto.
Esse é o momento de nós deixarmos nosso EGO de lado e começarmos a pensar como um todo, como um povo só. O sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925-2017), bem expressou: vivemos tempos de modernidade líquida, em que deixamos de lado a solidez dos relacionamentos e da construção coletiva para vivermos a liquidez da lógica do consumo, do gozo e da artificialidade imediatos, que se manifestam no cotidiano em diversos contextos, como por exemplo, nas relações de trabalho, nos relacionamentos afetivos pessoais e sociais, na maneira como as identidades se constroem, etc. Esse legado de egocentrismo que manchou o ORGULHO DE UMA NAÇÃO, fica na história como sendo de propriedade daqueles que preferiram e buscaram a satisfação e a realização pessoal ignorando e abandonando o POVO ao qual representavam.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!!!









