Essa eu guardei pra mim, mas deixo para que todos tirem suas próprias conclusões... Eu já tenho as minhas!!!
Postado 2015/04/02
Texto abaixo é do site Tribuna da Internet.
Os créditos são de: Carlos Newton
O link da matéria original é: http://tribunadainternet.com.br/tuma-jr-balanca-a-republica-confirma-que-lula-era-informante-do-dops-e-diz-que-possui-provas-sobre-todas-as-denuncias/
Eu copio o texto inteiro para
mostrar que não sou o único que pensa assim. Lula é a maior fraude que este
país conheceu e entrará para a História de forma triste e melancólica. Tal como
acontece com a fama que Hitler conseguiu com sua guerra imbecil, Lula caíra no
esquecimento dos futuros brasileiros. Segundo notícias alemãs, menos
da metade dos jovens de até 25 anos de idade sabem que foi ou o que dez Hitler.
No Brasil, Lula ainda está no prato, quentinho, mas será esfriado. Seja à força
ou não. O povo não aguenta mais tanta roubalheira. Ou o Exército tira o PT e
sua turma, ou o povo os tira na marra.
![]() |
| Lula sendo preso. Repare que o "preso" está fumando dentro de uma viatura de polícia. Depois dizem que os Policiais da Repressão eram "implacáveis com os de esquerda"!!! |
Entre os entrevistadores, dois
estavam a favor dele – o apresentador Augusto Nunes e o colunista Ricardo
Setti, do site da Veja. Os demais estavam flagrantemente tentando demolir Tuma
Jr., que pesa uns 120 quilos e é duro na queda. Os jornalistas Mário Cesar
Carvalho, da Folha, Eugenio Bucci e Fernando Barros, ambos do Estadão, e a
historiadora Cristine Prestes tentaram fustigar o entrevistado, mas ele
absorveu bem os golpes e respondeu de forma irrefutável as perguntas,
portando-se com muita firmeza.
No início, o programa foi uma
chateação, porque o entrevistado só se preocupava em explicar a montagem das
acusações contra ele no episódio da chamada máfia chinesa. E tanto fez que
acabou demonstrando que realmente foi vítima de uma armação. No final, Tuma Jr.
conseguiu fazer um estrago na reputação de muitos petistas, especialmente
Gilberto Carvalho e Lula.
NINGUÉM PROCESSA…
O programa começou com o
apresentador Augusto Nunes afirmando que Tuma Jr., no livro, faz pesadas
acusações contra importantes autoridades brasileiras. E perguntou se o
ex-delegado já está sendo processado por alguém que tenha sido alvo de suas
denúncias.
Tuma Jr. respondeu que até agora
ninguém o processou. “O que houve é que fizeram ameaças a mim e a minha
família, mas processo mesmo ninguém abriu”, assinalou, explicando que nenhum
dos acusados deve processá-lo porque isso daria margem à abertura de uma
investigação judicial, na qual ele poderia apresentar provas da veracidade de
suas denúncias.
Em seguida, Mário César Carvalho
lembrou o caso da máfia chinesa, e Tuma Jr. passou a explicar esse episódio,
que foi o grande motivo para a preparação do livro, destinado a reparar os
danos à sua imagem de homem público.
O segundo entrevistador, Ricardo
Setti, puxou o assunto do assassinato de Celso Daniel, mas Tuma Jr. continuou
falando sobre a armação que fizeram contra ele, grampeando seus telefonemas
durante dois anos e depois vazando para a imprensa seu suposto envolvimento com
criminosos.
“No único grampo divulgado, eu
apareço falando com o denunciante do caso, mas fizeram parecer na imprensa que
eu estava me comunicando com algum integrante de uma quadrilha”, explicou,
dizendo que não existia a tal máfia chinesa, nunca abriram inquérito contra ele
e o depoimento que prestou à Polícia de São Paulo simplesmente sumiu.
ESTADO POLICIAL
O entrevistador seguinte, Eugenio
Bucci, perguntou sobre as irregularidades na Polícia Federal denunciadas no
livro. Tuma Jr. então confirmou as acusações, dizendo que o Brasil está vivendo
num Estado policial, que não pode continuar. Disse que a Polícia Federal está
“instrumentalizada” pelo governo e tem extrapolado suas obrigações, ao usar
seus serviços de inteligência com objetivos partidários, para prejudicar adversários
políticos.
Logo depois, Fernando Barros
perguntou sobre o caixa 2 da prefeitura de Santo André e o envolvimento do
ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República.
Indagou se Tuma Jr. tem provas das acusações.
O ex-delegado confirmou
rapidamente as denúncias, dizendo que Carvalho era mesmo o encarregado de
recolher a propina. E voltou a se defender das acusações sobre a tal máfia
chinesa.
A entrevistadora Cristine Prestes
insistiu em indagar se Tuma Jr. tem provas, pois isso não ficara claro na
resposta anterior dele a Fernando Barros. Para variar, o entrevistado continuou
dando mais detalhes sobre a armação feita a propósito da máfia chinesa e disse
que pediu para ser investigado na Comissão de Ética do Planalto, onde foi considerado
inocente por unanimidade. Por fim, a respeito das provas, disse apenas que
apresentará os documentos assim que alguém ousar processá-lo.
CENTRAL DE DOSSIÊS
Depois do intervalo, Augusto
Nunes indagou se a “central de dossiês” denunciada no livro continua
funcionando.
“Bem, não estou mais lá, mas
acredito que ainda estejam fazendo isso, porque continuam realizando
investigações irregulares através do Serviço de Inteligência da Polícia
Federal”, comentou. Disse que, na época em que constatou essas distorções,
chegou a alertar o ministro da Justiça Tarso Genro, que lhe respondeu que isso
era normal.
O ex-delegado disse então que
Polícia federal está instrumentalizada pelo governo e tem usado poderes de
polícia judiciária, fazendo inquéritos sigilosos, sem dar acesso aos advogados
das pessoas investigadas e agindo movida por interesses político-partidários.
GRAMPO NO SUPREMO
Em seguida, Mário Cesar Carvalho
tentou desmentir Tuma Jr. sobre o grampo no Supremo contra Gilmar Mendes e
outros ministros. Disse ter entrevistado o agente da Polícia Federal citado no
livro, que lhe negou ter ido a Brasília atuar no STF. A essa altura do
programa, parecia que pela primeira vez algum dos entrevistadores enfim
conseguira derrubar uma das acusações do ex-secretário nacional de Justiça.
Mas Tuma Jr. se saiu bem.
Confirmou que houve mesmo os grampos no Supremo e disse que o agente da Polícia
Federal mentiu ao ser entrevistado por Carvalho. Para provar, exibiu um
documento de requisição de passagem para Brasília em nome do tal agente.
Depois, assinalou que a Polícia Federal grampeou não somente os telefones fixos
do Supremo, como também os celulares dos ministros.
CASO CELSO DANIEL
Aí o programa esquentou de vez,
porque Tuma Jr. então se alongou sobre assassinato de Celso Daniel em 2002,
quando era prefeito de Santo André e coordenava a campanha de Lula.
O ex-delegado disse ter feito
fotos do cadáver de Celso Daniel, mostrando que ele sofrera tortura, porque
havia marcas nas costas. Assinalou ter conseguido desvendar o crime e até fez
um acordo de delação premiada com o suposto assassino, mas no dia seguinte ele
foi morto na cadeia, antes de prestar depoimento.
“Depois disso, fui afastado do
caso, sob alegação de que o inquérito seria conduzido por uma delegacia
especializada”, ironizou.
E confirmou que o hoje ministro
Gilberto Carvalho era o encarregado de receber a propina da Caixa 2 da
Prefeitura de Santo André, dizendo que isso lhe foi revelado pessoalmente por
Carvalho, em 2010, e o ministro chorou ao lhe fazer tal confissão.
ACUSAÇÕES A LULA
No final vieram as acusações ao
ex-presidente Lula, que eram aguardadas desde o início do programa. Tuma Jr.
disse que foi nomeado para a Secretaria Nacional de Justiça na cota pessoal de
Lula, a quem conhecera como líder sindical no regime militar, quando trabalhava
no DOPS e Lula era informante e muito ligado ao seu pai, o então delegado Romeu
Tuma, que depois entrou na política e virou senador.
Garantiu que Lula sempre foi
próximo aos militares e citou um episódio ocorrido numa reunião, quando a
advogada Terezinha Zerbini, fundadora do Movimento Social pela Anistia,
defendia os direitos de militantes metalúrgicas perseguidas pelos militares e
Lula cassou-lhe a palavra.
Disse que as fotos de Lula sendo
preso mostram bem sua ligação com os militares e com o DOPS, porque registram
que o então líder sindical foi conduzido no banco de trás da viatura policial,
sentando junto à janela, com o vidro aberto e fumando, uma situação
inadmissível se ele fosse um preso qualquer.
Assinalou que Lula passou muitas
informações aos policiais e disse que tudo está bem documentado, porque os
arquivos do DOPS foram preservados. “Lula tem muitas revelações a fazer”,
ironizou Tuma Jr., desafiando: “Abram os arquivos do DOPS! Abram os arquivos!”.
Depois, falou também sobre o caso
Rosegate, que envolve a namorada secreta de Lula, Rosemary Noronha, e comentou
que a Polícia Federal ficou mal no episódio, que teria “capítulos
hollywoodianos”. E por fim, disse que está escrevendo o segundo livro, dando a
entender que os documentos serão publicados nesta próxima edição."

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